[Projeto] 3 Fases da vida: Filme 1 – Infância

Oi! Já faz algum tempo que estou a procura de tags legais relacionadas a cinema na internet e não encontrava nada do tipo… Até que um dia, garimpando pela interweb, encontrei essa tag super-legal sobre As Fases da Vida! A tag consiste em filmes que representam, de alguma forma, as fases da vida de uma pessoa! Como vivi apenas 3 de todas as fases, optei por deixa-las mais pessoais! ♥

Filme 1 – Infância: Harry Potter (and the philosopher’s stone)

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A infância é um período na vida de uma pessoa onde a única verdadeira obrigação que ela possuí é se divertir o quanto der. E é com Harry Potter and the Philosopher’s Stone que começo a falar e relembrar da minha infância!

Minha história com o Garoto que Sobreviveu da J.K Rowling começou cedo! Tenho uma singela história pra contar: No auge dos meus 7 anos de idade, eu era fã de um conjunto musical muito conhecido e amado por garotas da minha idade (7/8 anos) chamado “Rouge”. Meus pais trabalhavam com CDs e – naquela época – fitas cassete (antecessor do DVD que é antecessor do Blu-ray). Então meus presentes eram somente filmes, discos e livros. No meu aniversário de 8 anos, esperei ansiosamente por um CD do Rouge – ele era rosa e cheio de porpurina. Todas as minhas amigas tinham e ele era o MEU-SONHO-DE-CONSUMO.

Quando chegou meu tão esperado aniversário, ganhei um filme chamado “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, em fita k7. “Que isso? Não era um CD da Rouge? O que é Harry Potter? Esse moleque vira a esquina com Diego, por acaso? Cadê o acere-rê rá de rê? CADÊ RAGATANGAAAA?” – questionei. Me ignoraram. Claro que ignorariam. Principalmente minha mãe que possui um grande preconceito musical com músicas pré-fabricadas. Tenho até uma história de um dia em que minha mãe foi “brigar” com uma tia minha que havia me dado de presente um CD do KLB, mas essa fica pra outro dia! 😛
Enfim, eu tinha sido obrigada a engolir aquele filme do qual eu nem sabia do que se tratava. “Como assim, Harry Potter? Quem meus pais acham que são? Rouge é bem mais legal e colorido!”.

Naquele momento eu tinha um grande potencial pra odiar HP pro resto da minha vida, mas o tempo passou e eu sofri calada. Tirei a Rouge dos meus pensamentos e tive que me conformar com a minha situação e com o preconceito musical de minha mãe. Decidi dar uma chance ao filme. “Lamentável” – indagou a mimada criança que havia crescido em um apartamento, mal sabendo que aquele seria um dos seus filmes preferidos na vida.

Eu assisti pela primeira vez, assisti pela segunda, terceira, quarta… Até não conseguir parar de assistir mais e decorar todas as falas do filme na versão dublada (que é considerada a melhor dublagem de todas as dublagens de HP!). Me encantei com a história do Harry, com os personagens, com os cenários, trilha sonora etc. Me Lembro do quão feliz eu ficava ao ver a cena em que centenas de cartas de Hogwarts vão caindo pela sala! Fiquei absurdamente aflita durante todas as vezes em que ele não conseguia abrir a maldita carta por causa dos tios imbecis.

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Tenho uma mania bem chata de assistir o mesmo filme mil vezes sem cansar. Na minha infância, além de Toy Story, A Pedra Filosofal foi o filme que mais passeava dentro do meu aparelho de fita cassete. Era o filme que eu obrigava as minhas tias, primas e amigas a assistir. Depois de algum tempo, tive de agradecer por ter ganhado essa belezinha ao invés do CD da Rouge.

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Apesar d’eu não ter sido criada por meus tios trouxas e chatos e ter descoberto que na verdade eu era uma bruxa, me identifiquei muito com o Harry no inicio do filme. Sempre trancado no seu quartinho sem sair de casa, brincando com seus bonecos e fazendo suas coisinhas que qualquer outro moleque de 11 anos faria. Toda vez que eu colocava a fita pra assistir, Harry se tornava meu amigo ali. E eu tinha mais algumas horas na companhia dele até rebobinar a fita e assistir tudo novamente. Eu tinha uma amizade realmente (imaginável) leal com Harry Potter, mesmo que ele fosse apenas um personagem. Eu me sentia da Grifinória! Senti todas as alegrias, medos e tristezas dele. Pude me emocionar com o adeus na Plataforma 9³/4 e esperar pelo próximo ano letivo, pois sabia que realmente existiria. Que saudade!

Assim como tudo na vida, pouquíssimas coisas permanecem fortes na história de uma pessoa. Posso dizer que HP foi uma dessas coisas que ficaram em mim. E posso dizer também que esses três bruxos foram meus grandes amigos, não só quando eu era criança, mas também enquanto marmanja – quando devorei todos os livros em poucos dias repetidamente. E ainda serão meu grandes amigos… até o dia em que eu puder apresenta-los aos meus filhos. Sei que eles serão tão amigos dos meus filhos como foram pra mim.

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Granger, Potter and Weasley ♥

Vida longa ao Harry Tiago Potter!

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PRÓXIMO POST DA SÉRIE: Adolescência!
Não perca na próxima semana nesse mesmo bat-canal 😛

LISTA: 5 filmes que retratam o universo da informática e tecnologia!

Os recursos informáticos e a tecnologia tomam cada vez mais conta de nossas vidas. Apesar de amar colecionar fisicamente discos e filmes, sou adepta das mudanças tecnológicas do dia a dia. Por um momento, antes de pensar em ser jornalista, eu pensei em ser oncologista, e por um momento antes de pensar em ser médica por influência do Dr. House, minha antiga série favorita, eu pensei em ser técnica em informática. Tudo porque eu amava consertar meus computadores antigos e ser a “sobrinha que manja de computadores” na família.

Apesar de não ter seguido o rumo da informática, atualmente sou redatora em alguns sites sobre tecnologia e fico feliz em poder trabalhar com as coisas que amo! Sem mais delongas, confira agora uma lista de 5 filmes que retratam essa era digital tão prevista por Aldous Huxley em “O Admirável Mundo Novo”.

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LISTA: DIA DO FÃ! Sobre meus ídolos no cinema

Como qualquer outra pessoa do signo de câncer, tenho uma relação muito forte com tudo o que amo. Sempre fui adepta de relações platônicas com determinadas pessoas que nunca vi na vida e acho que o amor de fã é um dos amores mais bonitos e sinceros que já senti e que qualquer outra pessoa pode sentir também. Apesar de complicado e muitas vezes não-saudável, amar alguém quem nunca se viu na vida e sem pedir nada em troca é uma das provas de amor mais bonitas que existem.

Vos trago quem são os meus ídolos do cinema:

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