Mudamos!

Olá. Tudo bem? 

esse post servirá unicamente pra te informar que mudamos! 😀 
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beijos ❤
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[Projeto] 3 Fases da vida: Filme 2 – Adolescência

Chegamos à fase satânica que toda pessoa no mundo já passou ou ainda passará: a adolescência. Hormônios, vontades, paixões, burrices e chatices. Minha adolescência consistiu em ir atrás de uma banda que eu amava com todas as forças existentes no universo. Era apaixonadíssima por um dos integrantes até dizer chega (não preciso mencionar quem é! Ou preciso?). Pois bem, do alto dos meus 13 anos eu ficava tentando descrever aquela paixão avassaladora que eu sentia, o quanto eu o amava, o quando ele era a razão da minha existência e todos os outros termos exagerados que as adolescentes costumam usar.

Filme 2 – Adolescência: Confessions of a Teenage Drama Queen
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Em uma bela noite de sábado, eu estava perdida na madrugada insana de São Paulo (no sofá da minha sala comendo bolacha e tomando tódi enquanto assistia Disney Channel) e acabei conhecendo Confissões de uma Adolescente em Crise (Confessions of a Teenage Drama Queen), um filme que conta a história de uma garota estranha (check), que era muito fã de uma banda (check), que ficava falando deles o tempo inteiro (check), que ficava trancada no quarto escrevendo cartas pra eles (check), que tinha as paredes do quarto dela tomadas por posters da banda (check), que tinha uma mãe maluca que ficava mais maluca ainda toda vez que ela resolvia ir atrás da banda (check) e que era perdidamente apaixonada pelo vocalista da tal banda (check). A Mary, interpretada pela Lindsay Lohan, era exatamente da mesma forma que eu era.

A história do longa é resumidamente essa: Mary (ou Lola, como prefere ser chamada) é filha de pais separados e mora com a mãe e as irmãs (check), elas se mudam de New York para a fictícia Dellwood (New Jersey). Na escola nova, Lola conhece Ella Gerard, que se torna sua melhor amiga por motivos de: as duas coincidentemente amavam perdidamente a tal banda.

Em um determinado dia, Lola, que estava quietinha em seu quarto sendo fã da banda e amando o Stu Wolf (vocalista), é acometida pela noticia de que a banda iria acabar, mas antes disso haveria um show de despedida em Nova York. Ela se desespera e mostra verdadeiramente o que é uma adolescente dramática. Junto de sua melhor amiga Ella, as duas decidem ir para a maior metrópole do mundo a fim de assistir ao show deles e se despedirem.

11481487E assim como tudo nessa vida, as coisas deram errado para elas (check). Elas perdem os ingressos, não entram no show e acabam se perdendo pela cidade. Seria um desastre, como já aconteceu comigo muitíssimas vezes em alguns shows que fui da minha banda preferida, mas por algum acaso do destino, elas encontram Stu Wolf na sarjeta, perto de um local onde estava acontecendo uma festa de despedida deles. Ou seja, o jogo virou naquele momento.

É exatamente nesse momento que Lola conhece quem é Stu Wolf. Em uma conversa com ele, ela vê quem é realmente aquele cara, não sendo apenas o vocalista de uma banda. Ela acaba conhecendo problemas, seus defeitos, suas qualidades, seus medos e tudo aquilo que ela não enxergava enquanto fã. Já que dentro de seu quarto, ficava empregando qualidades nele que ela mal sabia se realmente existia: “O Stu é uma pessoa maravilhosa, e atenciosa, e perfeita, compõe as melhores canções, é um ser humanamente elevado e blablablabla”. (check).

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Essa é uma das cenas mais emocionantes, pois eu sabia muito bem o que é estar cara a cara com uma pessoa que você ama sem nunca ter conhecido. O coração acelerado, a boca seca, o nervosismo, a tremedeira, as pernas moles, as borboletas no estômago, a vontade de falar tudo e um pouco mais… Tudo de mais cafona acontece em um corpo adolescente nesse momento. Eu entendia muito bem o que ela estava sentindo. E entendi ainda mais quando ela se deu conta de que ele não era aquele cara perfeito e incrível que ela idealizava dentro de seu quarto, admirando suas fotos e cantando suas musicas.

Ele era um cara comum, com defeitos comuns e problemas comuns. Ela soube aceitar isso, da mesma forma que aceitei aqui na vida real também, quando descobri quem era o cara que eu amava. (check). A melhor parte disso tudo é que após ela descobrir quem o cara realmente era, ela passou a gostar ainda mais dele (check). E no final, ele foi um lindão com ela, como o cara daqui também foi diversas vezes comigo! :’)

É um filme voltado pra adolescentes ou adultas nostálgicas que já passaram por isso. É a história cômica de uma crise de uma adolescente e seus dramas. Eu amo a Lola, porque sei que a única intenção dela com o cara é ser fã, é amar, é gostar e fazer de tudo por ele sem querer nada em troca. É apenas amor… Ela não era groupie, embora eu não tenha nada contra elas (menos quando elas querem ser groupies com o Meu Stu Wolf da Vila Real – o tatuadão velho que você já sabe muito bem quem é).

Fez muito sentido pra mim naquele momento em que eu era uma e sinto saudades de ter aquele sentimento bom e psicopata por alguém que simplesmente admiramos. Eu me identifiquei em todos os aspectos possíveis: a adolescente dramática, a banda de rock, as ~inimigas~ insuportáveis que conseguem ver a banda mil vezes na vida e gostam de mostrar pra todo mundo (a ~inimiga~ na trama é interpretada por Megan Fox), tudo dando errado, a paixão pelo cara, a decepção de saber que o cara era comum, a aceitação disso, a trilha sonora do filme, os cenários (que consistiam na escola e no quarto da garota) e tudo tudo tudo. Saudade!

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[Projeto] 3 Fases da vida: Filme 1 – Infância

Oi! Já faz algum tempo que estou a procura de tags legais relacionadas a cinema na internet e não encontrava nada do tipo… Até que um dia, garimpando pela interweb, encontrei essa tag super-legal sobre As Fases da Vida! A tag consiste em filmes que representam, de alguma forma, as fases da vida de uma pessoa! Como vivi apenas 3 de todas as fases, optei por deixa-las mais pessoais! ♥

Filme 1 – Infância: Harry Potter (and the philosopher’s stone)

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A infância é um período na vida de uma pessoa onde a única verdadeira obrigação que ela possuí é se divertir o quanto der. E é com Harry Potter and the Philosopher’s Stone que começo a falar e relembrar da minha infância!

Minha história com o Garoto que Sobreviveu da J.K Rowling começou cedo! Tenho uma singela história pra contar: No auge dos meus 7 anos de idade, eu era fã de um conjunto musical muito conhecido e amado por garotas da minha idade (7/8 anos) chamado “Rouge”. Meus pais trabalhavam com CDs e – naquela época – fitas cassete (antecessor do DVD que é antecessor do Blu-ray). Então meus presentes eram somente filmes, discos e livros. No meu aniversário de 8 anos, esperei ansiosamente por um CD do Rouge – ele era rosa e cheio de porpurina. Todas as minhas amigas tinham e ele era o MEU-SONHO-DE-CONSUMO.

Quando chegou meu tão esperado aniversário, ganhei um filme chamado “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, em fita k7. “Que isso? Não era um CD da Rouge? O que é Harry Potter? Esse moleque vira a esquina com Diego, por acaso? Cadê o acere-rê rá de rê? CADÊ RAGATANGAAAA?” – questionei. Me ignoraram. Claro que ignorariam. Principalmente minha mãe que possui um grande preconceito musical com músicas pré-fabricadas. Tenho até uma história de um dia em que minha mãe foi “brigar” com uma tia minha que havia me dado de presente um CD do KLB, mas essa fica pra outro dia! 😛
Enfim, eu tinha sido obrigada a engolir aquele filme do qual eu nem sabia do que se tratava. “Como assim, Harry Potter? Quem meus pais acham que são? Rouge é bem mais legal e colorido!”.

Naquele momento eu tinha um grande potencial pra odiar HP pro resto da minha vida, mas o tempo passou e eu sofri calada. Tirei a Rouge dos meus pensamentos e tive que me conformar com a minha situação e com o preconceito musical de minha mãe. Decidi dar uma chance ao filme. “Lamentável” – indagou a mimada criança que havia crescido em um apartamento, mal sabendo que aquele seria um dos seus filmes preferidos na vida.

Eu assisti pela primeira vez, assisti pela segunda, terceira, quarta… Até não conseguir parar de assistir mais e decorar todas as falas do filme na versão dublada (que é considerada a melhor dublagem de todas as dublagens de HP!). Me encantei com a história do Harry, com os personagens, com os cenários, trilha sonora etc. Me Lembro do quão feliz eu ficava ao ver a cena em que centenas de cartas de Hogwarts vão caindo pela sala! Fiquei absurdamente aflita durante todas as vezes em que ele não conseguia abrir a maldita carta por causa dos tios imbecis.

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Tenho uma mania bem chata de assistir o mesmo filme mil vezes sem cansar. Na minha infância, além de Toy Story, A Pedra Filosofal foi o filme que mais passeava dentro do meu aparelho de fita cassete. Era o filme que eu obrigava as minhas tias, primas e amigas a assistir. Depois de algum tempo, tive de agradecer por ter ganhado essa belezinha ao invés do CD da Rouge.

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Apesar d’eu não ter sido criada por meus tios trouxas e chatos e ter descoberto que na verdade eu era uma bruxa, me identifiquei muito com o Harry no inicio do filme. Sempre trancado no seu quartinho sem sair de casa, brincando com seus bonecos e fazendo suas coisinhas que qualquer outro moleque de 11 anos faria. Toda vez que eu colocava a fita pra assistir, Harry se tornava meu amigo ali. E eu tinha mais algumas horas na companhia dele até rebobinar a fita e assistir tudo novamente. Eu tinha uma amizade realmente (imaginável) leal com Harry Potter, mesmo que ele fosse apenas um personagem. Eu me sentia da Grifinória! Senti todas as alegrias, medos e tristezas dele. Pude me emocionar com o adeus na Plataforma 9³/4 e esperar pelo próximo ano letivo, pois sabia que realmente existiria. Que saudade!

Assim como tudo na vida, pouquíssimas coisas permanecem fortes na história de uma pessoa. Posso dizer que HP foi uma dessas coisas que ficaram em mim. E posso dizer também que esses três bruxos foram meus grandes amigos, não só quando eu era criança, mas também enquanto marmanja – quando devorei todos os livros em poucos dias repetidamente. E ainda serão meu grandes amigos… até o dia em que eu puder apresenta-los aos meus filhos. Sei que eles serão tão amigos dos meus filhos como foram pra mim.

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Granger, Potter and Weasley ♥

Vida longa ao Harry Tiago Potter!

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PRÓXIMO POST DA SÉRIE: Adolescência!
Não perca na próxima semana nesse mesmo bat-canal 😛

Kill Bill: The Whole Bloody Affair IS COMING!

Após  10 anos do lançamento de Kill Bill – Vol. 2, o diretor Quentin Tarantino confirmou o lançamento oficial do filme Kill Bill: The Whole Bloody Affair para o ano de 2015. Em 2011, o longa chegou a ser exibido em um cinema de Los Angeles, mas nunca havia sido lançado oficialmente. Ele consiste na junção dos dois volumes anteriores e mais algumas cenas inéditas, incluindo uma sequência de anime com 30 minutos de duração.

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The Whole Blood Affair acalmará os ânimos dos espectadores enquanto The Hateful Eight, novo filme inédito do diretor não chega aos cinemas.
A nova película sobre faroeste, terá suas filmagens iniciadas também em 2015.


Falta muito tempo, eu sei! Enquanto isso, fique com esses GIF’s que irão mudar totalmente sua visão sobre Kill Bill e Pulp Fiction de Quentin Tarantino:


“Havia uma loira, ela era a líder”


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“A japonesa era mestre em Kung Fu”


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“A negra era expert em demolições”


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“A francesa era especialista em sexo”


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“A personagem que interpretei era a mulher mais fatal do mundo com uma faca”


Para quem quiser se aprofundar um pouquinho mais nessa loucura Tarantinesca, indico esse curta-metragem estrelado por Selton Mello e Seu Jorge sobre a mente geniosa do tio Quentin:
Tarantino’s Mind


crédito dos gifs: brasilpost

[RESENHA] A Busca (2012)

 


O drama, dirigido por Luciano Moura, conta a história de dois pais que estão prestes a se separar, e do filho deles que, depois de presenciar tanta briga dos dois, adota um cavalo e foge de casa.
O pai, Theo Gadelha, vivido por Wagner Fucking Moura põe o pé na estrada a fim de encontrar seu filho, e é nessa viagem cheia de dificuldades que ele se encontra consigo mesmo.


Wagner MEUoura
A Busca lida muito bem com os temas de separação, adolescência e paternidade. O filme mostra de uma maneira muito bonita a forma como o pai vai atrás de seu filho perdido. Nesse caminho que Theo precisa percorrer para encontrar o garoto, é notável as inúmeras dificuldades que ele enfrenta para achar seu filho. Cada obstaculo que ele precisa enfrentar para achar o menino é essencial para compreendermos o final da película: o garoto estava mais próximo do pai do que ele pensava estar.

Nos entregando um drama familiar muito comum e intenso, é possível ver logo de cara que a atuação dos atores (mais precisamente da mãe e do filho) são fracas e forçadas num esteriótipo de família da classe alta com seus problemas existenciais. Isso me incomodou no começo, mas depois de um tempo acabei me acostumando, pois a história me intrigou e o foco passou a ser o Theo! 

A atuação do Wagner Moura é sempre impecável. Eu fico embasbaca de ver o quanto ele se entrega em todos os papeis que faz, mesmo nos filmes mais fracos que não exigem >tanto< de um ator. É muito corpo e alma e paixão pelo o que faz. Dá pra perceber o quanto ele se envolve com o personagem e é por esse e por outros motivos que ele está no topo da minha lista de melhores atores do universo!

Apesar de não ter aceitado tão bem o final, pois senti que faltou algo, pude compreender que o roteiro foi adaptado de forma que o espectador entenda aquele desfecho da maneira que bem quiser 

Apesar disso, esse filme possui um ritmo bacana, que te deixa com vontade de saber onde diabos o menino se escondeu, te prendendo a atenção. E não só isso: ele também te deixa contemplativo com todas as relações que você tem na vida (isso aconteceu comigo!). Você torce muito para que o pai encontre o filho no fina, entrando totalmente na trama e no mistério. Gosto de valorizar os filmes nacionais que não tratam somente de favelas ou comédias de domingo. Wagner sempre Wagner! 

TRAILER OFICIAL

Gênero: Drama, Aventura | País: Brasil | Duração: 1h30min | Elenco: Wagner Moura, Lima Duarte e Mariana Lima | Direção: Luciano Moura
assista online 🙂

 

[RESENHA] O Auto da Compadecida (2000)

Este drama cômico conta a história de João Grilo (Matheus Nachtergaele) um mentiroso que passa sua vida em Taperoá, sertão da Paraíba, inventando histórias pra sobreviver junto de seu melhor amigo, o mais covarde do nordeste brasileiro, Chicó (Selton Mello). Depois de atravessarem diversas histórias enganando todos onde moravam, os dois acabam se envolvendo com Severino de Aracaju (Marco Nanini), o cangaceiro mais temido do nordeste. A salvação da dupla acontece após a aparição de Nossa Senhora (Fernanda Montenegro).

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Chicó e João Grilo

Dirigido por Guel Arraes e com o roteiro de Adriana Falcão, O Auto da Compadecida é uma adaptação do romance homônimo de 1995 de Ariano Suassuna, que mescla vários elementos tradicionais brasileiros: literatura de cordel, tradições religiosas e a cultura popular.

Eu ainda me lembro do dia em que ganhei esse filme. Eu tinha apenas seis anos quando assisti pela primeira vez ao filme que até hoje é meu preferido. Talvez tenha sido um dos primeiros filmes que me apaixonei. Eu o assistia todos os dias, o dia inteiro, sempre que dava, eu sabia e ainda sei todas as falas do começo ao fim. É a história desses dois pobres sertanejos que me fizeram e ainda fazem rir e chorar. Um filme que retrata a realidade: a seca do nordeste, a corrupção da igreja, a fé dos que só possuem esperança e que mesmo tendo tão pouco, conseguem conduzir a vida lutando ou esperando por algo, sem aquele coitadismo clichê dos filmes do sertão brasileiro.

Parece que ainda sou a mesma menina que tampa os olhos e não tem coragem de ver a cena em que João Grilo leva um tiro.



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“Qual é o nome dele?”
“O nome dele é Chicó!”
“Chicó de quê?”
“Sei não, mas é só chamar Chicó que ele vem!”.

TRAILER


Esse post (que na verdade pertence à esse post) é em homenagem ao escritor Ariano Suassuna! ❤

LISTA: 5 filmes que retratam o universo da informática e tecnologia!

Os recursos informáticos e a tecnologia tomam cada vez mais conta de nossas vidas. Apesar de amar colecionar fisicamente discos e filmes, sou adepta das mudanças tecnológicas do dia a dia. Por um momento, antes de pensar em ser jornalista, eu pensei em ser oncologista, e por um momento antes de pensar em ser médica por influência do Dr. House, minha antiga série favorita, eu pensei em ser técnica em informática. Tudo porque eu amava consertar meus computadores antigos e ser a “sobrinha que manja de computadores” na família.

Apesar de não ter seguido o rumo da informática, atualmente sou redatora em alguns sites sobre tecnologia e fico feliz em poder trabalhar com as coisas que amo! Sem mais delongas, confira agora uma lista de 5 filmes que retratam essa era digital tão prevista por Aldous Huxley em “O Admirável Mundo Novo”.

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[RESENHA] 2 Coelhos (2012)

Sabe aqueles filmes nova-iorquinos de ação onde a fotografia destaca bem todos os cartões postais da cidade? Onde essa mesma ação acontece em meio ao caos da maior metrópole do mundo e de cena em cena aparece o Empire State (of mind) e a Estátua da Liberdade pra ilustrar? 2 Coelhos é isso, só que do nosso jeito brasileiro e a cidade em questão é São Paulo!

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[RESENHA] A Culpa é das Estrelas #TFIOS (2014)

Preciso começar ressaltando o fato de que sofri pra conseguir ver esse filme. Já era a terceira semana que ia aos cinemas do meu bairro e ele estava sempre esgotado em absolutamente todos. Normalmente eu desistira, mas até que fui persistente!

A Culpa das Estrelas é um filme baseado no best-seller homônimo de John Green e conta a história de Hazel Grace (Shailene Woodley) e Augustus Waters (Ansel Elgort), diagnosticados com câncer. Hazel, passa sua vida se preocupando com a dor que poderá causará aos outros quando partir, já que possui uma doença terminal. Augustus,  é um garoto que apenas deseja deixar sua marca no mundo. Após se conhecerem em uma reunião de um grupo de apoio para pessoas com câncer, os dois começam a construir uma história de amor. E acredite, não é tão simples assim!

OKAY

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LISTA: DIA DO FÃ! Sobre meus ídolos no cinema

Como qualquer outra pessoa do signo de câncer, tenho uma relação muito forte com tudo o que amo. Sempre fui adepta de relações platônicas com determinadas pessoas que nunca vi na vida e acho que o amor de fã é um dos amores mais bonitos e sinceros que já senti e que qualquer outra pessoa pode sentir também. Apesar de complicado e muitas vezes não-saudável, amar alguém quem nunca se viu na vida e sem pedir nada em troca é uma das provas de amor mais bonitas que existem.

Vos trago quem são os meus ídolos do cinema:

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